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Museu virtual: tours 360 para museus, arquivos e patrimônio
Um tour 360 pelas salas, pela reserva técnica ou pelo monumento, com as legendas, o audioguia e as obras em alta resolução ancoradas exatamente onde estão. Para museus, arquivos, bibliotecas, centros de patrimônio e prefeituras. De código aberto, em conformidade com a LGPD e o RGPD, e com um tour que pertence ao museu, não à plataforma.
Tour virtual do museu navegável, com a informação onde ela está
Fotos 360 de cada sala ligadas por passos de navegação, uma planta baixa por andar para se situar e um menu de cenas por área. Ao lado de cada peça, um hotspot com a legenda em texto, o audioguia, a obra em alta resolução com zoom, o catálogo em PDF ou o modelo 3D em glTF, que no celular abre também em realidade aumentada. E nos idiomas dos visitantes: cada cena e cada hotspot se traduzem no próprio editor.
Visitas guiadas ao vivo para grupos escolares
O educador cria uma sala com código e compartilha o link: a turma inteira vê a cena e a orientação que ele define, ele aponta com o ponteiro e escreve no chat; cada aluno pode se soltar para olhar por conta própria e voltar a sincronizar. A voz vai pela videochamada que a escola já usa. Nada para instalar: direto do navegador, na lousa digital ou nos tablets.
Quiz e caça ao tesouro para o público infantil
Perguntas espalhadas pelas salas, com feedback, pontos e uma trava que segura o visitante na cena até acertar. Objetos escondidos com o hotspot Tesouro e o contador de encontrados sempre à vista. Variáveis de estado que abrem uma porta quando tudo foi encontrado. E, no final, relatório e certificado em PDF com o nome do participante. As escolas podem montar o mesmo com o plano Aula.
Acessibilidade desde o primeiro dia
Cada cena leva texto alternativo obrigatório e o visualizador oferece um modo de conteúdo acessível linear: o tour inteiro se lê como texto, com leitor de tela ou sem mouse. Legendas WebVTT para o vídeo 360 e os hotspots de vídeo, foco visível, alvos de toque de 44 px e prefers-reduced-motion respeitado. WCAG 2.1 AA.
O tour é do museu: exportação livre
Com um clique se exporta um ZIP estático e autocontido (HTML, visualizador, tour.json, tiles e mídia) que funciona em qualquer servidor sem o Andarama por trás. Também como HTML único, como PWA que abre sem conexão ou em modo quiosque para a tela do saguão, com piloto automático e reinício por inatividade. O formato está documentado: se o museu deixar de usar o Andarama, leva a visita inteira consigo.
Página própria em andarama.com/explorar/
Um tour público da instância hospedada pode pedir a sua página na galeria pública: título com o nome do lugar, descrição, país e coordenadas, dados estruturados de lugar e entrada no sitemap. Uma URL que os buscadores encontram pelo nome do museu e que leva ao site dele. O índice se filtra por país.
LGPD, RGPD e código aberto
A analítica de visitantes não usa cookies nem guarda endereços IP: dá visitas, tempo por sala e para onde as pessoas olham sem rastrear ninguém. O programa é de código aberto sob a EUPL-1.2, a licença da Comissão Europeia: pode-se ler, auditar e instalar na infraestrutura do museu ou do órgão público do qual ele depende.
Instância própria com suporte ou plano Formação
Dois caminhos. O plano Formação hospedado em andarama.com: até 100 tours, 200 GB, sem selo, domínio próprio, equipe e fatura com os dados fiscais da instituição. Ou a mesma aplicação implantada na Cloudflare ou no Docker do museu, com suporte, atualizações e acompanhamento da equipe. As condições para instituições estão na página de universidades.
Perguntas frequentes sobre a visita virtual de um museu
O que é preciso para fazer a visita virtual de um museu?
Fotos 360 das salas, com qualquer câmera que produza uma imagem equirretangular ou com o celular; os textos, áudios e imagens que o museu já tem, e uma tarde no editor para ligar tudo. O custo é definido pela fotografia: o software pode ser zero, instalado num servidor próprio, ou o plano que couber. As parcelas, com números, estão em Visita virtual de um museu: como se faz e quanto custa.
Dá para colocar numa tela dentro do museu?
Sim. O modo quiosque percorre as salas sozinho, deixa qualquer visitante assumir o comando e volta ao início depois de um tempo sem atividade, com a saída bloqueada. E o pacote PWA funciona sem conexão, então a tela do saguão não depende da rede.
Como se faz uma visita guiada com uma escola?
O educador publica o tour, cria uma sala a partir do editor e compartilha o link de participantes. Tudo o que ele faz (mudar de sala, girar a vista, dar zoom) se replica nas telas da turma; com o ponteiro ele aponta e pelo chat responde. A voz vai pela videochamada que a escola já usa. As salas são efêmeras: desaparecem quando o guia sai.
Serve para um arquivo ou uma biblioteca?
Sim. Além das cenas 360, há cenas gigapixel 2D para percorrer um documento ou uma obra digitalizada com zoom tipo mapa e anotações ancoradas sobre a própria folha, e hotspots de PDF com visualizador integrado. Explicamos passo a passo em Tour 360 para um arquivo ou uma biblioteca.
E se o museu deixar de usar o Andarama?
Leva a visita inteira consigo. O ZIP exportado é estático e autocontido: HTML, visualizador, tour.json, tiles e mídia. Sobe-se por FTP para qualquer hospedagem, para o GitHub Pages ou para o Cloudflare Pages e continua funcionando sem a plataforma por trás. O formato está documentado e o programa é de código aberto sob a EUPL-1.2.
Cumpre a LGPD e o RGPD?
Sim. A analítica de visitantes não usa cookies nem armazena endereços IP; o identificador de sessão é efêmero e os dados são agregados. Os dados ficam onde a instituição decidir: no seu servidor, na sua conta da Cloudflare ou em andarama.com, com o contrato de tratamento de dados correspondente.
Dá para ver com óculos de realidade virtual?
O mesmo tour abre no Meta Quest, Pico ou Vision Pro a partir do navegador deles, com os painéis de texto, o áudio e o quiz dentro da sessão. E no modo papelão com qualquer celular, que é o que costuma haver numa sala de aula.